Unindo Humanos

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Petição A sociedade moderna tem acesso a tecnologias de ponta e pode disponibilizar comida, roupa, alojamento e assistência médica, pode actualizar o nosso sistema de educação, e desenvolver um fornecimento ilimitado de energia renovável e não-poluente. Desta forma poderemos fornecer um modelo de uma economia eficiente onde todos podem desfrutar de um elevadíssimo padrão de vida com todas as vantagens de uma sociedade altamente tecnológica. Uma economia baseada nos recursos usará os recursos existentes da terra e do mar, o equipamento físico, indústrias e tecnologia, para melhorar a vida de toda a população. Numa economia baseada nos recursos em vez do dinheiro, poderemos facilmente produzir todas as necessidades biológicas e fornecer um elevado padrão de vida para todos. Embora o sistema em causa represente uma forma de organização económica, não é um modelo económico. É um modelo social, um contrato social. Um modelo de sociedade inspirado na gestão eficiente, técnica e objectiva do planeta como um todo. Daí que podemos definir a economia baseada nos recursos como um sistema económico e social onde todos os bens e serviços estão disponíveis sem necessidade de recorrer ao uso de dinheiro, crédito, caridade ou qualquer outro sistema de débito ou servidão. Todos os recursos tornam-se uma herança comum de todos os habitantes e não de apenas uns poucos seleccionados. A premissa base deste sistema é de que a Terra é abundante em recursos, no entanto a nossa prática de racionamento de recursos através de métodos monetários é irrelevante e contraprodutiva à nossa sobrevivência. Numa economia baseada nos recursos, todos os recursos são tidos como património ou herança comum a todas as pessoas do planeta Terra, de forma a eventualmente transcender a necessidade de fronteiras artificiais que separam cidadãos. Esse é o imperativo unificador.Devemos enfatizar que esta abordagem para um governo global não tem absolutamente nada em comum com os presentes objectivos da elite de formar um governo mundial dirigido por ela e pelas grandes empresas e instituições e com a maioria da população do mundo como seus servos. A nossa visão de globalização encoraja toda e qualquer pessoa a o melhor que puderem e não a viver sobre submissão de um corpo governamental corporativo.As nossas propostas não só contribuem para o bem-estar das pessoas, como também forneceriam a informação necessária para que elas participem em qualquer área da sua competência. O sucesso seria medido pela satisfação das actividades individuais em vez da aquisição de riqueza, propriedade e poder.Actualmente, temos recursos materiais suficientes para fornecer um altíssimo padrão de vida para todos os habitantes da Terra. Apenas quando a população excede a capacidade de sustentação da Terra é que muitos problemas como a ganância, o crime e a violência emergem. Ao superarmos a escassez, a maioria dos crimes e até as prisões da sociedade de hoje deixariam de ser necessários.Uma economia baseada em recursos possibilitará o uso da tecnologia para superar a escassez de recursos ao utilizar fontes de energia renováveis, informatizar e automatizar a manufactura e o inventário; projectar cidades seguras e energéticamente eficientes e sistemas avançados de transporte. Fornecer um serviço de saúde universal e uma educação mais relevante e, sobretudo, ao gerar um novo sistema de incentivo baseado na preocupação com o Homem e o Ambiente.

Muitas pessoas acreditam que hoje exista demasiada tecnologia no mundo, e que essa tecnologia é a principal causa da nossa poluição ambiental. Não é essa a causa. É o abuso e o uso incorrecto da tecnologia que deve ser a nossa principal preocupação. Numa sociedade mais humana, em vez das máquinas substituírem as pessoas elas reduziriam o horário de trabalho, aumentariam a disponibilidade de bens e serviços, e prolongariam o período de férias. Se usarmos novas tecnologias para elevar o padrão de vida de todas as pessoas, então a infusão da tecnologia mecânica deixaria de constituir uma ameaça.

Uma economia mundial baseada nos recursos também envolveria esforços completos para o desenvolvimento de novas fontes de energia, limpas e renováveis: geotérmica, de fusão controlada, solar, fotoelétrica, eólica, das ondas e das marés, e até combustível dos oceanos. Eventualmente seríamos capazes de possuir energia em quantidade ilimitada que poderia impulsionar a civilização por milénios. Uma economia baseada nos recursos também deve abranger o replaneamento das nossas cidades, sistemas de transporte e indústrias, permitindo que eles sejam energéticamente eficientes, limpos, e que sirvam de forma conveniente às necessidades de todas as pessoas. Enormes quantidades de energia seriam também poupadas ao eliminar a duplicação de produtos competitivos como ferramentas, talheres, panelas, frigideiras e aspiradores de pó. É bom poder escolher. Mas em vez de centenas de várias fábricas e toda a papelada e pessoal necessários à produção de produtos similares, apenas uma pequena parcela da mais alta qualidade seria suficiente para servir a população inteira. A nossa única deficiência é a nossa falta de pensamento criativo, (e) inteligência e da capacidade dos nossos líderes eleitos em resolverem esses problemas. Actualmente o recurso mais valioso e inexplorado é a engenhosidade humana.Com a eliminação da dívida, o medo de se perder o emprego deixará de ser uma ameaça. Esta segurança, combinada com educação sobre como se relacionar com os outros da forma mais significativa, poderiam reduzir considerávelmente tanto o stress mental como o físico e deixar-nos livres para explorar e desenvolver as nossas habilidades. tropolitanos, sobrando uma vasta área de preservação ambiental juntamente com locais de importância histórica. É unir o passado com o futuro.Da mesma forma, por meio dessa auto-gestão tecnológica, onde as máquinas administram as máquinas, não seria mais necessário a democracia representativa, o qual o Movimento Zeitgeist aponta como um problema para tal evolução social. Com a formação dessa nova consciência, assim como pelo avanço tecnológico, seria possível estabelecer uma democracia directa, onde as leis e a administração seria gerida por meio de um programa mundial onde a população decidiria directamente sobre as leis e a solução dos problemas para o mundo e cada região. (a tecnologia já existe) Considerando que tal Direito virtual não necessitaria da intervenção humana para aplicá-lo, devemos considerar que anteriormente à implantação de tal regime, seriam estabelecidas normas que impeçam criação de leis opressoras, assim como impedir o ataque aos direitos fundamentais, seja em qual parte do mundo for, de modo que tal programa judiciário e legislativo, ao mesmo tempo que seria definido pelas pessoas, teria um o sentido para evitar um ataque aos novos princípios e à organização social.Muitos perguntam-se sobre os riscos de tal sistema se tornar numa ditadura. De facto, ele tem vários riscos, seja na sua criação, evolução ou durante o próprio sistema. Mas não é muito diferente da tecnocracia actual, onde o mundo vive apreensivo por conta das armas de destruição em massa, ou de sistemas normativos que mantém o povo na linha frente, a projectos de governo que beiram ao totalitarismo frente às intenções de expansão económica no contexto político mundial dos dias de hoje. Não vemos, mas de facto, somos dominados por elites económicas, e um mínimo de tentativa de democratizar o conhecimento como no caso recente do Wikileaks, resultou numa intensa campanha mundial de abafar as verdadeiras práticas totalitárias de governos que se denominam exemplos de Democracia.É preciso termos consciência que chegámos a um limiar onde ou o mundo de facto evoluiu para uma nova consciência de sociedade. Frente aos avanços que conquistamos, ou ao existir tal confronto, o mundo entrará em guerra por não haver mais espaço para o crescimento nesse sistema, seja pelo esgotamento de recursos, o que gerará uma crise económica, seja pelos interesses cada vez maiores em lucro, o que gerará conflitos entre países pelos territórios ricos em recursos, ou mesmo pelos conflitos sociais gerados por tal globalização, onde em vez de termos consciência da existência de outras culturas, e da necessidade de coexistirmos em harmonia, preferimos ver o próximo enquanto um rival, um inimigo a ser aniquilado, quando na verdade todos fazemos parte da mesma História. Por isso, ou o mundo abre a possibilidade para concretizar tal evolução, ou de fato seremos exterminados por uma terceira guerra mundial, que é um facto. Um dia ou outro ela vai estourar, basta que todas as condições para tal facto estejam presentes.E da mesma forma como a guerra pode ser o fim da nossa sociedade, a mesma pode ser o começo dessa nova proposta, onde caso as armas de destruição em massa não aniquilem todo o mundo, por meio dessa destruição do sistema seria possível reconstruir o planeta através dessa nova perspectiva, onde não mais seria necessário o investimento do capital advindo de uma economia de mercado para financiar a reconstrução do mundo, mas através da vontade de construir essa nova sociedade com uma Economia Baseada em Recursos. Tal sistema de reorganização social é de facto uma utopia, mas que se construída devidamente e passando por todas essas etapas, de modo a cumprir sua finalidade de organizar uma sociedade além da política, da miséria e da guerra, é possível sim existirmos, não enquanto países, mas enquanto planeta. Assim, Peticionamos a todos os governos, instituições, movimentos, e cidadãos deste planeta a adoptarem o rumo necessário a tornar este planeta sustentável, eficiente e tal como consta do modelo social de Economia Baseada nos Recursos. E porque a nossa petição é no sentido de ajudar a humanidade e a elite governativa a encontrar soluções para um futuro próspero apresentamos as melhores soluções para a para os grandes problemas que enfrentamos assim como os princípios orientadores:

Economia Baseada nos Recursos: www.thevenusproject.com Unir a humanidade pelas soluções: www.unitinghumans.com Assinar Petição:

We the undersigned ask you to sign our petition.