Plano de Contingência

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Plano de Contingência

Nota Introdutória

Este plano deve ser lido antes do estado de emergência e pretende ser útil para qualquer tipo de catástrofe, seja ela natural, económica ou social.

Tem por objectivo preparar o individuo a tomar decisões lógicas de forma a garantir o seu bem estar e de outros, implementando assim técnicas de sobrevivência e organização comunitária.

O melhor será imprimir este documento e tê-lo em lugar acessível e seguro.

Parte-se do pior cenário, o qual supõe-se à priori que, numa situação destas, os meios de comunicação que envolvam energia eléctrica e sistemas electrónicos ficaram inutilizados ou indisponíveis.

Aconselha-se a uma organização prévia entre pessoas confiáveis entre si (familiares, amigos) os quais gostariam e possam partilhar o mesmo espaço.

Pretende-se além disto, estabelecer formas de contacto/encontro entre os pequenos grupos, de forma a poderem organizar-se para o patamar superior - Comunidade.


Medidas de precaução antes de qualquer emergência:

1 - Manter a calma e cultivar o pensamento lógico e criativo Ter a certeza que não há precipitações; pensar bem nas consequências antes de tomar qualquer acção; resistir à pressão ou comportamentos de grupos. Evitar deslocamentos desnecessários.

2 - Água Possuir formas de purificação e armazenamento de água. Estimativa de água por pessoa por dia (beber, cozinhar e banho - com padrão médio/alto de conforto): 50 litros

Potável - 1 Jerrycan Lifesaver por pessoa Capacidade de filtração: dá para 20.000 litros de água até mudar filtro Volume: 18,5 litros. Estimando uma necessidade diária média por pessoa de 4 litros de água potável para ingestão directa e cozinhar alimentos, um filtro daria para 13 anos! Portanto parece-me um óptimo investimento.

Fontes para Extracção de água Recolha de águas pluvais: Cursos de água naturais à superfície (ou mesmo canais de regadio existentes): Fontes Naturais (ainda existem).

Existem 3 formas mais faceis de recolher aguas....

Furo ou Poço: Quem tiver algum terreno, fazer um furo para captação de água ou aproveitar algum poço. Aplicar uma bomba de 24V alimentada por moinho de vento ou painel solar, já disponível no mercado:

Bombas de Água Solares: http://www.tvsolar.com/view/670/keppe-motor-bomba-daguapainel-solarl%C3%A2mpada-led/ http://www.vensol.pt/utilitarios/SISTEMAS_BOMBAS_SOLARES.pdf http://www.agges.net/loja/index.php?cPath=89&osCsid=44e4b44e5c110bcacefa38200c003721 http://www.chatron.pt/engine.php?cat=153 http://electroindustrial.com/solar/bombas_solar/bombas_solar.htm http://www.brigansol.pt/index.php?page=shop.browse&category_id=13&option=com_virtuemart&Itemid=45&vmcchk=1&Itemid=45 http://www.esolar.pt/bomba_solar.htm http://www.troquedeenergia.com/index.php?op=5&table=10&id=2 http://www.telextronica.com/layout.asp?select=02&content=025&sub=05 http://www.alternativaenergetica.com.mx/bombeosolar.html http://www.mge.com.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=210:kit-bomba-de-agua-solar&catid=59:brinquedos-solares&Itemid=140 http://www.troquedeenergia.com/ http://www.mge.com.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=231&Itemid=170 http://www.conermex.com.mx/componentes-de-energia/bombas-de-agua-solares.html http://www.tecnologia-solar.com/p_bombas_solares.htm

Armazenamento Construir um depósito de água ou tanque (mas barato e acessível):

Rega Montar uma estrutura de rega gota-a-gota (por gravidade) ligado a esse tanque: - Fita gota-gota Jain (de 16) - 0,08€/m - dura cerca de 2 anos, é perfurado de 30 em 30 cm - Tubo Codel gota-gota (de 16) - 0,60€/m - dura cerca de 5 anos, é perfurado de 30 em 30 cm e é muito maleável e fácil de montar - Urcamaque gota-gota, sem furos feitos (de 16) - 0,25€/m + resistência e duração. Mete-se os furos onde der jeito. - Gotejadores reguláveis: 0,15€ por unidade, em saquetas de 10 unidades - Tubo Urcamaque sem furos, 3/4 polgada - 0,32 €/m - ideal para distribuir os tubos com furos - Ligações várias - 4 peças: 1,5 € - Codel filtro de areias - 9,80€ - Programadores de rega gota-gota (a pilhas): SuperEgo - 25€ , Claber - 40€ (mais completo e programável) http://www.waternetonline.ihe.nl/challengeprogram/B10%20Tamele%20Drip%20Irrigation%20(final%20full%20report_portuguese).pdf http://www.os.cudell.pt/fotos/editor2/man_rega.pdf http://www.rainbird.pt/files/Business_center/DG_PT.pdf http://xeringador.blogspot.com/2008/05/rega-gota-gota.html http://www.notapositiva.com/pt/trbestsup/ciencagr/agronomia/sistema_rega_gota_a_gota.htm http://maosahorta.wordpress.com/2009/04/17/rega-gota-a-gota/

Banho e outras utilizações A água precisará, à partida, apenas duma simples filtragem através de uma ou mais membranas/redes. A proveniência adequada, por ordem de preferência: fonte natural, furo, poço, chuva, cursos de água suprficiais. http://www.estig.ipbeja.pt/~pdnl/Sub-paginas/Fisica%20dos%20edificios_files/Documentos/Material%20de%20Apoio/PPT%20aulas/Cap%207%20-%20Redes%20prediais_abastecimento_web.pdf 3 - Alimentação

Recomenda-se que cada unidade familiar estabeleça reservas de alimentação para um mínimo de 6 meses.

Escolher alimentos de fácil e longa conservação, sendo enlatados e alimentos secos boas soluções.

Os alimentos devem ser selados com o mínimo de oxigénio possível. Recipientes transparentes estragam-se mais rápido se expostos a luz. Recipientes de menor dimensão são mais caros mas podem evitar desperdícios. Os ambientes escuros, frescos e secos são os melhores para armazenamento. Os alimentos podem se congelar antes de acondicionamento para se matar bactérias e parasitas. As vantagens das refeições processadas não são de se descurar, desde que não consumidas numa base diária (que faria mal à saúde), mas em caso nomeadamente de viagem ou de poucas condições para cozinhar, tornam-se uma boa opção.

Tudo o q for cereais, feijões e outras sementes, tê-las secas e em bruto é uma boa opção para armazenamento, para processar qq tipo de comida a partir delas (cereais de pequeno almoço, féculas, cozer, etc) e tb porque podem ser plantadas de forma a dar mais (certificar-se que não têm origem transgénica); no entanto, a versão processada tb tem suas vantagens, pois poderá ser de mais fácil e longa conservação, e o facto de já se encontrarem processadas diminui os recursos a ter de usar para consumo (energia e água para cozer, por ex.). Por isso, recomendam-se aqui as duas opções. Batata, cebola e alho são alimentos que, em condições optimizadas de armazenamento, conseguem conservar-se por cerca de 6 meses a 1 ano.

O ideal será criar-se o hábito de se ir consumindo e repondo nesta reserva de forma a ela não passar de data de validade.

Lista recomendada (sobrevivência por 6 meses per capita): - Farinha de trigo - 40 kg (para produzir pão e talvez massas) - Massa - 18 kg - Arroz - 20 kg - Feijões (preto, vermelho, branco, manteiga, verde, frade, grão de bico, etc.) - - Outros cereais (milho, aveia, centeio, etc.) - - Outras sementes - - Sal - - Açúcar - - Mel - - Azeite - - Vinagre - - Leite (a partir do qual também pode ser produzido natas, manteiga, iogurte e queijo) - Leite condensado ou em pó são boas opções pois ocupam pouco espaço e têm mais durabilidade. - Peixe enlatado (atum, salmão, sardinhas, lulas, polvo, etc.) - - Polpa de tomate enlatada - - Cenoura enlatada - - Pimento enlatado - - Feijões enlatados - - Fruta enlatada (pêssego, ananás, pêra, mix, etc.) - - Outros enlatados - - Batata - - Cebola - - Alho - - Especiarias - - Refeições processadas prontas para consumo - 4 - Higiene e saúde Kit de higienização e medicamentação mínima para 6 meses.

- Sabão azul e branco - - Ou sabão da mami Lurdes para o ano todo: 6 litros de azeite, 4 litros de água e 1kg de soda caustica. É só misturar mt bem e deixar secar. Feito durante o inverno fica com melhor textura. - Desinfectante (especificar) - - Gazes - - ? - 5 - Energia Recomenda-se que cada unidade familiar estabeleça um Kit de energia autónomo.

Energia eléctrica - Painel solar - 50 a 210 Watts e respectivos componentes de regulação e inversor de corrente eléctrica - Bateria 40 a 250 Ah - Equipamentos a funcionar a 12V (lâmpadas, frigorífico, rádio, televisão, carregador de pilhas, computador portátil etc.) - Lanternas a pilhas (recarregáveis) ou a energia solar - Carregadores de pilhas solares - Gerador manual (pouca potência) - Gerador a combustível (muita potência)

Energia térmica - Painel solar de aquecimento de água e respectiva caldeira - Forno solar - Improvisação de sistemas simples para aquecer água a partir do sol - Forno ou fogareiro a lenha ou carvão. Permite cozinhar, aquecer água ou aquecer o ambiente. 6 - Tecnologia e bens básicos Recomenda-se que cada unidade familiar estabeleça um Kit de tecnologia de sobrevivência.

- Fogo (fósforos, isqueiros, lupa, silex, etc.) - - Abrigo (tenda (cor verde ou castanho) ou caravana, saco de cama, mini-colchões, etc.) - - Pilhas carregáveis com carregador solar - lanterna e outros dispositivos potenciados por dínamo 7 - Comunicação Recomenda-se que cada unidade familiar estabeleça pelo menos um Kit de comunicação mínima.

Kit de recepção - Rádio a pilhas com faixa de FM, MW, SW (FM comercial, onda média e onda curta) - Televisão de preferência portátil e a funciona a pilhas ou 12V. Deve ter um receptor de TDT uma vez que em 2012 o sistema analógico vai ser desligado. - Receptor de satélite e respectiva antena.

Kit de comunicação via rádio - Rádio de banda do cidadão (CB), portátil, móvel ou fixo. Necessita de licença simples de obter, mas em caso de crise ninguém que saber disso. Capacidade para comunicações até 50 Km ou para outros países utilizando o efeito de propagação das ondas de rádio. Requer antena exterior bem localizada. - Walkie Talkie PMR. Sistemas de comunicação de curto alcance (2 Km) mas que podem ser interligados entre sistemas distantes mediante repetidores (não autorizados) ou via Internet (já em funcionamento) - Radioamadores. Quem for radioamador devidamente licenciado tem acesso a uma vasta opção de equipamentos e frequências capazes de cobrir todas as situações. Utilizando as faixas de onda curta é possível falar para todo o mundo. Existe uma rede nacional de repetidores em VHS e UHF cobrindo uma grande parte do país. há ainda a possibilidade de comunicações via satélite, de voz e dados. - Estabelecer-se uma frequência específica - Existem algumas normas já implementadas no CB, nos PMR não sei. Nos radioamadores tudo está estabelecido e operacional havendo já um plano desenvolvido em parceria com a protecção civil.

Kit de comunicação digital - Telemóvel - computador, tablet PDA ou telemóvel com acesso à Internet via GSM ou Wifi - Radioamadorismo e Packet Radio - Sistema de comunicações digital utilizando emissores e receptores de radioamadores.

8 - Deslocação e pontos de encontro Estabelecer-se o máximo de pontos de encontro que consigamos arranjar por Portugal. Terrenos que se tenham disponibilizados para o efeito, resultante do estabelecimento de parcerias com indivíduos, colectivos, instituições, câmaras municipais, etc. Criar um mapa destes pontos de encontro (googlemaps p. ex.). Neste mapa, assinalar a vermelho as áreas perigosas a evitar (dependendo do tipo de catástrofe). Saída ordeira das cidades.

Sugiro que se estabeleçam cerca de 3 zonas de encontro/acolhimento dos envolvidos previamente combinado entre si. 1 na zona Norte, outro no Centro (sugestão da Junceira (Tomar), outros mais perto de Lisboa (Sintra, Benavente).


Situações:

Zonas de baixa densidade Populacional

Zonas de elevada densidade Populacional (por concelhos) Na zona de Lisboa: Lisboa, Oeiras, Cascais, Sintra, Amadora, Loures, Odivelas, Vila Franca de Xira. Na zona de Setúbal: Almada, Seixal, Barreiro, Setúbal, Moita, Montijo e uma parte de Palmela. Na zona do Algarve: Faro, Portimão, Lagos, Albufeira, Olhão, Tavira, Vila Real de Santo António. E zonas costeiras dos concelhos de Loulé e Silves. Na zona de centro: Coimbra, Figueira da Foz, Leiria, Marinha Grande, Ourém, Torres Novas, Entroncamento, Caldas da Rainha, Bombarral, Santarém. Planos de emergência

Planos emergência individual

Plano de emergência Familiar

Plano de emergência de comunidade� Situações de catástrofe - protocolos Cada família/grupo deverá preparar previamente uma (ou um conjunto) de mochila transportável com bens mais urgentes de comida e higiene (para 3 dias pelo menos), bem guardada na sua habitação mas de fácil acesso e transporte - mochila de emergência. Adicione um rádio simples com pilhas. Deverá estabalecer previamente contactos com pessoas de confiança perto de si que saiba que estão melhor localizados, abrigados ou preparados para muitas eventualidades. Protocolo em caso de furacão/vendaval: Previamente, se possível, guardar (no interior de edifícios resistentes) ou amarar todos os objectos móveis exteriores quanto possível, em especial os com interesse maior. Definir ou procurar um edifício fechado quanto possível e de estrutura forte, de preferência de betão armado. Se necessário recorra a vizinhos. Se estiver fora de habitações resistentes, procurar viadutos, túneis, passagens substerrâneas. Se nada encontrar, procurar valas com alguma profundidade e agarrar-se a algo resistente (funciona como espécie de trincheira). Fechar todas as janelas, portas, persianas o máximo possível. Se possível reforçar com arames, amarrando à parede quanto possível e esperar dentro até a situação se acalmar. Dentro dos edifícios, deverá escolher-se o local mais interior (afastar-se das janelas e portas) e o nível mais abaixo (cave se possível). Cada pessoa deverá equipar-se com botas fortes, roupa forte (ao calor e água), para quaisquer eventualidades de imediato. Se vir que a sua habitação não tem garantias de resistência, recorra a de familiares, amigos ou vizinhos. Protocolo em caso de inundação: Se houver alerta antecedente ao acontecimento, deverá limpar todas as passagens de água pluviais para evitar os entupimentos. Deverá munir-se de galochas, impermeável, um apetrecho metálico que permita limpar canais e tubagens. Se a habitação estiver numa colina de forte inclinação, há o risco de avalanches, especialmente a vegetação e arvoredo tiver sido removido ou seriamente afectado nos últimos 6 anos. Se a habitação estiver junto a margens de um curso de água, mesmo que seco, corre sérios riscos de ser afectada Numa situação dessas, para evitar o pior dos cenários (exemplo que aconteceu na Ilha da Madeira), deverá retirar-se da habitação e dessas zonas e dirigir-se a amigos ou familiares que o possam ajudar/abrigar. Leve consigo o mais essencial em mochilas ou sacos de viagem. Protocolo em caso de marmoto: Se se encontrar a menos de 20 km da costa e a menos de 20/30 metros de altura, então é uma zona preferencial de risco. A solução é mudar-se para um local mais alto e longe da costa. Caso seja alertado ou se aperceba da iminente chegada de um marmoto, a solução é procurar um local mais alto possível. No caso de estar no campo, subir para a zona perto mais alta. Se estiver na cidade fora de casa, subir ao topo dos edifícios altos. Se estiver em casa e se tiver, o mesmo procedimento desde que seja possível no seu edifício e traga consigo a mochila de emergência. Protocolo em caso de terramoto: Protocolo em caso de colapso económico: Protocolo em caso de guerra ou acto terrorista: Protocolo em caso radiação elevada ou desprotegida:

� Kit de Autonomização para começo de sociedade kits de sistemas para auto-sustentabilidade:

http://www.wook.pt/ficha/ciencia-da-agua-pura/a/id/10996988

http://www.wook.pt/ficha/energia-eolica/a/id/11161271

http://www.wook.pt/ficha/gerador-eolico/a/id/10996994

http://www.wook.pt/ficha/gerador-electromagnetico/a/id/10996996

http://www.wook.pt/ficha/bateria-ecologica/a/id/10996993

http://www.wook.pt/ficha/chuva-acida/a/id/192376

http://www.wook.pt/ficha/lanterna-dinamo/a/id/10996991

http://www.wook.pt/ficha/kit-solar-6-em-1/a/id/11161291

http://www.wook.pt/ficha/fuel-cell/a/id/11161276

s � Comunidade Fénix Introdução e objectivo do Projecto Fénix: O Projecto Fénix tem por objectivo a manutenção e preservação da vida humana enquanto indivíduo e membro de uma nova comunidade global. Sendo em grande parte um plano aplicado as pessoas de forma que sobrevivam a mudança de paradigma económico e social para uma economia baseada em recursos (EBR). Introdução e justificação do Projecto Fénix: Podendo esta proposta alterada conforme as necessidades e especificidades territoriais, podendo ser aplicável de uma forma geral ao território da península ibérica. Contudo é apenas um Guião de procedimentos e de metodologias que podem ser personalizados conforme as necessidades Individuais. Estamos conscientes, que neste processo haverão vidas humanas que se irão perder por colapso do sistema vigente, pelas mais diversas situações. As pessoas estão sujeitas a diversos riscos dos quais propomos um conjunto de procedimentos a ter em conta. A Natureza do Risco No sistema actual de protecção civil poderíamos classificar o colapso do sistema económico de financeiro, como um risco causado pela actividade humana. E com ela todo um conjunto de riscos associados (violência, roubos, incêndios, acidentes rodoviários, falta de abastecimento de água, de combustível, de medicamentos, etc.) Contudo em Portugal e Espanha as populações tendem (tenderam) a ocupar as cidades fruto de um “êxodo rural” desligando-se da exploração do território e do mundo natural optando por um modelo de vida dependente do “sistema económico e financeiro”. Com essa base de “sustentabilidade” aumentaram significativamente as concentrações populacionais em territórios bem definidos (campo vs cidades). Ora se o sistema económico e financeiro ruir parte da sustentabilidade das populações urbanas vai decaindo e assim aumentando o stress social e alimentar. Identificadores dos níveis de stress Humano em Ambiente Urbano. Os noticiários locais são um bom indicador, mas a observação de determinados comportamentos quer de grupos quer individuais pode indiciar, nada melhor para isso fazer uma folha de cálculo ou tabela com datas e o número e tipo de situações observadas. Data Confronto Individual Confronto em grupo Sem confronto Individual Sem confronto em grupo Resposta “oficial” Resposta “civil” Sem Resposta Confronto individual: uma pessoa ataca directamente a vítima para lhe tirar o bem. Confronto em grupo: um grupo ataca directamente a(s) Vitima(s) para lhe tirar o bem. Sem confronto individual: um pessoa apropria-se de um bem na ausência de outra. Sem confronto em grupo: um grupo de pessoas apropria-se de um bem na ausência do “proprietário” Resposta “Oficial”: Se a resposta ao evento foi por algum mecanismo oficial (Policia, Policia privada, Bombeiros etc.). Resposta Civil: Se alguém interveio no evento. Sem resposta: Sem intervenção de terceiros no evento. Isto aplica-se em qualquer situação, em cinemas hipermercados, casas etc. Resultado final indicará os valores dos índices de criminalidade em duas categorias: O índice de criminalidade individual, e o índice de criminalidade organizada em grupos. Os índices de resposta ou auxílio, deverão de retratar o nível de resposta Oficial e os índices de resposta civil ou mesmo a falta de capacidade de resposta dos dois sistemas. Focaria como principal indicador o sem resposta, caso isso aumente e bom pensar que aquela zona e melhor de ser abandonada ou evitada a sua passagem. Dica: Use um mapa da cidade onde vive coloque a rua onde registou o “sem resposta”, não se deixe cercar por ruas “sem resposta” pois isso irá dificultar a sua saída. Mantenha pelo menos duas ruas possíveis para abandonar a área. Preparativos para abandono de área Urbana A questão que se coloca em qualquer abandono de posição e saber para onde se pretende ir, qual o método usado (apeado, bicicleta, carro, barco, etc.) duração da viagem. Independentemente qual o meio uma viagem e sempre uma aventura onde imprevisto podem acontecer, daí a necessidade de planear da forma mais adequada. O método que vamos apresentar e o método apeado (a pé) sendo o mais difícil e complexo mas o mais generalizado e de faz parte da natureza humana. 1ª Fase (para onde vamos e com quem vamos?) Estas questões são chave. Pessoalmente marcaria vários pontos no mapa onde tivesse água potável todo o ano fonte ribeira ou linha de água potável a uma distância inferior a 500m. Sendo estes os vários destinos possíveis inicialmente previstos (Para iniciar a construção de alguma coisa mais definitiva). Após definidos as várias opções de destinos, devemos fazer uma listagem da ordem destes. Pelo critério distância do ponto de origem. O segundo critério seria de natureza distância em relação a cidade (ou aldeia) mais próxima. Isto é uma distância superior a 20 km inferior a 40 km (podendo estes valores mudar conforme o relevo). Isto é para que seja complicado, mesmo para um atleta com a melhor preparação física possível uma viagem de ida e volta a pé no mesmo dia. (afastamento das zonas de stress). Um outro critério a ter em conta é a capacidade de carga da terra. Eu penso que 10 pessoas alimentarem-se de 1ha (10.000 metros quadrados) (mais ou menos um campo de futebol) (um quadrado de 100 metros por 100 metros) com práticas agrícolas é o limite máximo. Inicialmente pode parecer muito mas se retirar uma área para edificações. (tais como, cozinha, quartos, laboratórios, farmácia, biblioteca, sala de controlo energético, armazém de recursos, armazém de ferramentas e manutenção, Alambique, Forja (siderurgia), Forno, capoeiras e currais casas de banho e sanitários comum, combustor de matéria orgânica, ocupam uma área que compreende 1.000 a 2.000 metros quadrados. O que resta 8.000 metros para semear e uma área de pousio. Desses 8.000 metros dividirem uma área de o e vinha, árvores de fruto diversas digamos 2.000 metros quadrados. (100m x20m). Ora sobram 6.000 metros quadrados 4.000 m2 para cultivo 2.000m2 para pousio.

Lista de Eco-comunidades / Projectos em Portugal


Serra de Montezinho (Bragança):

- Aldeia de Rio de Onor - spg.sapo.pt/Xd2/296130.html

Na Guarda:

- Luzkufuzku - www.luzkufuzku.home.sapo.pt/

Na Serra da Estrela:

- Quinta do Carvalhal - carvalhal.home.sapo.pt/construcao_organica.htm.

Em Tábua (Coimbra):

- Quinta da Cabeça do Mato - cabecadomato.eco-gaia.net - Casa da Ribeira - casadaribeira.no.sapo.pt/

No Alentejo (Odemira):

- Tamera - www.tamera.org/ - Quinta do Arco-Íris - www.rainbowcommunities.org/

No Algarve (Castro Marim):

- Terramada - www.nelsonavelar.com/permacultura/terramada


PARTE 2:


Eco-aldeias, desenvolvimento sustentável e práticas simples e naturais de viver Aqui ficam alguns websites com muito a explorar!

Vida Verde - Encontro de Práticas para uma Vida Simples, Natural e Sustentável vidaverde.eco-gaia.net/

Sistemas económicos alternativos Trocal do Porto: www.trocalporto.pegada.net Dinheiro alternativo: en.wikipedia.org/wiki/Local_Exchange_Trading_Systems www.gmlets.u-net.com lets.net

Gaia- Centro de Convergência (organização ecológica) gaia.org.pt/

Conceitos básicos de Permacultura: www.nelsonavelar.com/permacultura/index_permacultura.htm www.permaculture.co.uk

Projectos de ecoaldeias/comunidades em Portugal Tamera: www.tamera.org Terramada: www.nelsonavelar.com/permacultura/terramada Casa da Ribeira: casadaribeira.no.sapo.pt/ (Lista a ser actualizada em breve)

Rede de eco-aldeias e comunidades intencionais em Portugal e no Mundo: Global Ecovillage Network: gen.ecovillage.org/ Portugal Ecoaldeias: portugal.ecovillage.org/ Intentional Communities: www.ic.org Ecotopia: www.ecotopia.com/

A mais conhecida eco-aldeia na Europa, no norte da Escócia Findhorn: www.findhorn.org



FONTE: FENIX https://docs.google.com/document/d/1xF7BcabBcOfggsbSBV6CyDiPVpFRHRG7TH5CQVmt7ok/edit?hl=en_US&pli=1